Pequenas cartas inéditas de Madre Teresa aos Missionários da Caridade

Que a alegria do Senhor seja a vossa força

Outubro de 1978

Meus filhos caríssimos, padre Sebastian e todos vós do “Dom do Amor”, Roma.

Agradeçamos a Deus por todo o seu terno amor por cada um de nós.

Sede “Ekdil-Prempur” [“um coração cheio de amor”].

A alegria do Senhor seja a vossa força – como laço de amor, de paz e de alegria com Nossa Senhora e uns com os outros. Rezemos.

Deus vos abençoe.

A Madre

     
Parabéns pela festa dos Santos Inocentes

28 de dezembro de 1978

Meus irmãos caríssimos,

a presente carta é para vos dar parabéns pela festa dos Santos Inocentes, a vossa festa, pois a pequena Congregação dos Irmãos da Palavra é ainda uma criança pequena como o Menino de Belém.

A oração que faço por cada um de vós é que, tendo dado tudo a Cristo, possais dar também vossa vida como mártires, como fizeram aqueles pequeninos.

Rezai pela Madre tanto quanto eu o faço por vós.

Deus vos abençoe.

A Madre

          

Estais sempre em minhas orações

Iêmen, 4 de agosto de 1981

Meus caríssimos irmãos, padre Sebastian e todos vós, em Roma,

esta minha carta vos leva o afeto, a bênção e a oração da Madre por cada um de vós, para que possais crescer na semelhança com Cristo por meio do amor e da humildade, de forma a proclamardes a santidade de Deus a todos aqueles que encontrais.

Estais sempre nas minhas orações, em que peço que vos torneis tão livres a ponto de deixar que Jesus viva plenamente Sua vida em vós.

Espero que tenhais encontrado o arcebispo Mayer [Paul Augustin Mayer, O.S.B., então secretário da Congregação dos Religiosos, hoje cardeal, a quem Madre Teresa e os missionários se dirigiam freqüentemente para receber “presentes”, ou seja, conselhos e pequenas ajudas, ndr.] e que lhe tenhais pedido aquilo de que precisam. Espero ainda o presente de seu Jubileu.

Sábado vou para a África, por isso rezai por mim.

Feliz e santa festa do Coração Imaculado de Maria, causa da nossa alegria.

Deus vos abençoe.

A Madre

        

Rezei muito pelo senhor

13 de setembro de 1983

Caro prefeito,

tendo de partir hoje para a Índia, procurei entrar em contato com o senhor.

Espero que esteja bem. Rezei muito pelo senhor. Tenho algumas coisas a lhe pedir para os nossos pobres.
Eu lhe serei grata se puder mandar alguém a via Sant’Agapito, 8 (largo Preneste), 00177, Roma, tel. (06) 201771. Precisamos que nos dê uma licença, como fez no caso da via Casilina.

Rezarei pelo senhor.

Deus o abençoe.

M. Teresa, M.C.

    

Pedi a Nossa Senhora que vos mostre a vontade de Deus

24 de maio de 1985

Meus caros irmãos,

esta carta vos leva o afeto, a bênção e a oração da Madre para que possais ser todos humildes como Maria e santos como Jesus.

Tenho um presente a vos dar: pertencer à Congregação como Missionários da Caridade Contemplativos.
Rezai por isso; pedi a Nossa Senhora que vos mostre a vontade de Deus e a graça de aceitá-la.

Rezemos.
Deus vos abençoe.

M. Teresa, M.C.

     

Guardai em vossos corações a alegria de amar Jesus

2 de maio de 1990

Meus caros missionários leigos da Caridade,

guardai em vossos corações a alegria de amar Jesus e compartilhai essa alegria com todos aqueles que encontrardes, especialmente em vossa família.

Rezai sempre juntos e permanecereis juntos.

Sede sempre somente por Jesus por meio de Maria.

Rezemos.
Deus vos abençoe.

M. Teresa, M.C.

     
Somos um coração cheio de amor no coração de Jesus

Calcutá, 29 de setembro de 1990

Caríssimos irmãos,

somos um coração cheio de amor no coração de Jesus por meio de Maria. Sejamos puros e humildes como Maria e seremos santos como Jesus.

Deus vos abençoe.

M. Teresa, M.C.

     
O último bilhete*

19 de julho de 1997

Meu caro padre Sebastian e todos vós, irmãos,

agradeçamos a Deus por seu amor por todos nós.

Rezemos para que, com sua bênção e sua ajuda, possamos continuar a amá-Lo e a servi-Lo nos pobres.
Rezemos especialmente a Nossa Senhora, para que seja uma Mãe para cada um dos Missionários e das Missionárias da Caridade.

Continuai a rezar por mim.

Deus vos abençoe.

M. Teresa, M.C.

* Esta foi a última saudação escrita por Madre Teresa a padre Sebastian. Madre Teresa morreu em 5 de setembro de 1997

 

          MÍSTICA DE MADRE TERESA DE CALCUTÁ

          Pensamentos e reflexões de Madre Teresa de Calcutá, fruto das anotações de Irmã Bernadete, missionária da Congregação dos Sagrados Corações de Jesus e Maria, quando de sua estadia em Roma, para estudo e trabalho junto àquela missionária.

 

          Os teólogos têm a missão de aprofundar as verdades da Igreja. Os místicos são nascentes vivas no deserto. 

          A experiência de Deus exige silêncio e vazio de tudo o que aprisiona o coração, para acolher em nós o eterno dinamismo do amor do senhor. 

          Ver Cristo no hoje da história, no mistério do amor exige a força da fé. 

          Para caminhar sobre as águas na experiência de Deus no irmão, é necessário revestir-se dos mesmos sentimentos de Cristo, Palavra encarnada em nós, e anunciar Cristo não com Teologia, mas como presença viva. 

          Como posso ser missionário da caridade, do amor e da reparação? Colocando-me diante de Deus como pobre, dando a oportunidade a Deus de trabalhar em mim como Ele acha melhor. 

          A presença do missionário místico desperta o crescimento para uma profunda vida interior. A vida interior dá vigor ao  apostolado que é muitas vezes vida de oração, mas é a oração que agrada ao Pai, pois é a manifestação do Espírito em nós e em nossas ações. 

          A nossa inteligência deve sempre ser dócil à inspiração e se submeter à doutrina da Santa Igreja Católica, pois ela é nossa  mãe e guia, e, como tal, o que se tem de fé recebemos nela. 

          O importante na vida não é somente encontrar Cristo, mas permanecer nele. 

          Para ter caridade é necessário abrir-se à influência do Espírito Santo no vasto mundo dos nossos registros mentais, no campo  das sensações corpóreas, das emoções, nos pensamentos e de todos os tipos de percepção que se nos apresentam na vida cotidiana, momento por momento. 

          Ver Jesus no irmão é santificar a faculdade mais importante da nossa atividade consciente e manter-se em contínua atitude de oferta. É ter sempre, visão divina em cada momento. 

          O missionário é a pessoa em contínua disposição de oferta de si a Deus e que vai adquirindo uma consciência progressiva do fato de que não é ela que se guia, mas  que é guiada pela força de Deus.

          Eu comungo Jesus no irmão e o irmão sente Jesus em mim. 

          Eu me identifico pela oração. Com a oração, tudo se pode. Sem a oração, nada se consegue.

          A oração é o segredo de toda atividade que dá frutos duradouros. É o sal que dá o sabor à caridade e traz alegria à missão. 

          Somos bombardeados pelo negativo da vida. A maior vitória é se deixar romper por dentro para que a caridade possa explodir. Se assim acontecer, morrendo serei santa. Se resto viva, faço caridade.

 

 

          NA CASA DE PADRE SEBASTIAN

          Encontro com o superior-geral dos Missionários da Caridade Contemplativos, padre Sebastian Vazhakala. Dez anos após a morte da beata de Calcutá, uma recordação e pequenos textos inéditos

de Giovanni Cubeddu

          “Cheguei sozinho à Itália, foi a madre que me mandou. Eu vinha de Los Angeles; do aeroporto, fui diretamente para Acilia, onde fiquei num casebre sem água, luz e esgoto. No dia seguinte, queria voltar o quanto antes para Los Angeles... E muitos dos primeiros ‘candidatos missionários’ que se apresentaram para mim foram indo embora, um após o outro. De Acilia, mudei-me para um subsolo perto da estação Termini, em Roma. Depois, achei uma casa abandonada, no meio dos favelados – naquela época, ainda eram mais de oito mil –, no largo Preneste.

          No início, a madre queria que eu ficasse na estação Termini; depois, quando consegui trazê-la até aqui e ela viu o lugar, ficou contente com a minha escolha. O cardeal vigário Poletti ficou um pouco hesitante, pois a casa do largo Preneste era um edifício condenado... mas eu me estabeleci ali do mesmo jeito, assumindo toda a responsabilidade. Estávamos em 8 de março de 1979, e desde então não saí mais de lá.

          Nos momentos de tentação e de desânimo, sempre procurei fazer como a madre me aconselhava: ‘Olhe para o crucificado. Mesmo depois que muitos foram embora, Jesus não desceu da cruz’. A madre perseverou, no grande amor de Jesus por ela e no grande amor dela por Jesus”.

          “Madre”: a maneira mais simples de indicar Madre Teresa de Calcutá. Padre Sebastian não usa outro termo – no italiano mais fluente possível, para alguém que nasceu na Índia, em Kerala –, enquanto nos dá um pouco de seu tempo e de suas inúmeras lembranças sobre a madre. Ele a ouviu pela primeira vez em março de 1966, em Ranchi, como estudante de filosofia, e foi encontrá-la em Calcutá no mês de novembro seguinte. “Nós fazemos o trabalho que o Senhor nos dá”, parece ainda repetir Madre Teresa, na lembrança de padre Sebastian; “não é um trabalho social ou um serviço humanitário: o que quer que façamos, a quem quer que seja, nós o fazemos a Jesus, somos chamados a servir os mais pobres entre os pobres. E também a levar uma vida simples e pobre”. Já se passaram dez anos desde que a madre, no século Agnes Gonxha Bojaxhiu, morreu, em 5 de setembro de 1997, e muitos aproveitaram o aniversário para lembrá-la, tendo-a tão viva no coração. Nós, de 30Dias, fazemos o mesmo.

          Sebastian Vazhakala iniciou seu noviciado há quarenta anos. Hoje, é o superior-geral dos Missionários da Caridade Contemplativos, ordem fundada em 1979 por ele e pela própria Madre Teresa. Na casa em que vive em Roma, com seus irmãos da ordem, Madre Teresa também pernoitava, quando ia encontrá-lo. Seu quartinho, porém, hoje é ocupado por uma série de objetos necessários à vida cotidiana dos missionários e, sobretudo, de seus hóspedes, os pobres, os que não têm morada fixa. Estes saem todas as manhãs para enfrentar o dia da melhor maneira possível, e à noite voltam aos poucos, para as vésperas, a missa e o jantar em comum, antes de reencontrar, ao menos aqui, um leito. O abrigo para esses pobres se chama “Casa Serena”, e Sebastian ainda conserva a foto do papa João Paulo II e de Madre Teresa assinando a folha de papel em que essa casa era ainda apenas um belo projeto desenhado a lápis. Madre Teresa não apenas a assinou, mas inseriu nela também uma pequena bênção.

          “A madre era uma pessoa prática, não ‘fazia rodeios’, mas enfrentava as coisas que aconteciam e ao mesmo tempo confortava, sempre, aqueles que vinham lhe pedir ajuda. Uma vez, indo comigo até os fundos da nossa casa generalícia, onde ainda hoje nós, Missionários da Caridade, vivemos em adoração a Jesus”, conta padre Sebastian, “ela me disse esta frase, que depois compôs como uma oração: ‘Quando estou sofrendo, manda-me alguém que esteja sofrendo mais do que eu. Quando estou com fome, manda-me alguém que tenha mais fome do que eu. Quando me sinto sozinha, manda-me uma pessoa que se sinta mais sozinha do que eu’. Esses encontros com os mais necessitados eram seu conforto. Eram a prova de que o Senhor, Ele – em pessoa! – lhe pedia que testemunhasse Sua redenção”. Como aconteceu em setembro de 1946, quando – contava Madre Teresa – o Senhor lhe pediu para deixar a ordem das Irmãs de Loreto, à qual pertencia, para se dedicar aos mais pobres entre os pobres, em Calcutá. Foi aquele o seu “chamado dentro do chamado”.

          As Missionárias da Caridade receberam em Calcutá o primeiro reconhecimento diocesano como congregação em outubro de 1950. Já a ordem masculina dos Missionários da Caridade foi fundada por Madre Teresa em 1963 (o ramo contemplativo, como já dissemos, em 1979). “E ela mesma explicou muito bem o porquê do nascimento”, retoma Sebastian, que foi sua testemunha ocular, “quando aceitou falar no primeiro capítulo geral dos Missionários, em 1972. ‘Nós não somos uma congregação que nasceu para fazer coisas grandes e importantes’, disse, ‘mas coisas ordinárias com amor extraordinário, coisas simples com amor grande. Não é o sucesso que conta, mas a nossa fé... Eu me lembro de um de vocês que uma vez veio e me disse: Madre Teresa, a minha vocação é servir aos leprosos. Não, eu respondi a ele, a sua vocação é pertencer a Jesus’”.

          Na capela da casa generalícia, a mesma em que assistem à missa os hóspedes da “Casa Serena”, quase tudo é obra do paciente e contente trabalho manual dos missionários e de seus amigos cooperadores leigos, grupo também fundado por Sebastian e Madre Teresa, em 1984. Na grande praça em frente da casa, uma imagem de Maria no alto de uma pequena torre de ferro vela por todo o cantinho de verde e caridade que até agora tem escapado ao avanço agressivo dos prédios ao redor (e do apetite dos empreendedores imobiliários). Na igreja, atrás do altar, existe um crucifixo, o mesmo que se vê em todas as casas das Missionárias e Missionários da Caridade, no qual Jesus, no ápice de sua Paixão, diz: “Tenho sede”, “I thirst”. A partir disso, tudo readquire sentido e equilíbrio, mesmo as cartas mais aflitas de Madre Teresa a respeito da distância de Jesus, sobre as quais, nos últimos tempos, boa parte da imprensa tem-se concentrado.

          Padre Sebastian comenta: “Eu entendo que talvez seja necessário um tempo para compreender, mas – que o Senhor nos ajude a dizer a verdade agora – a verdade é simples: Madre Teresa compartilhou a pobreza, material e espiritual, de cada um daqueles que encontrou, pois foi o que o Senhor quis para ela. E os ricos e os fortes que não têm fé são tão pobres quanto os abandonados de Calcutá. Aliás, mais do que eles. Existe uma pobreza terrível no Ocidente e nos Estados Unidos, que é a espantosa frieza e indiferença das pessoas, tão centradas em si e tão orgulhosas...”. Foi esse frio da alma, sem Jesus, que foi pedido a Madre Teresa que tomasse sobre si. E, sem Jesus, só existe o inferno à espreita. “Com meus próprios olhos”, retoma Sebastian, “eu vi homens poderosos se aproximarem dela com os olhos rasos d’água, ou começarem a chorar na frente dela. Será que eles choravam comovidos diante de uma mulher sem fé? Não, ninguém se comove diante da escuridão. Madre Teresa desejava que quem a encontrasse não a visse, mas apenas Jesus, e, como Santa Teresinha de Lisieux, a madre dizia que cobria suas dores com um sorriso. E sorria porque podemos realmente ficar contentes, mesmo nas dores padecidas pelo Senhor. E aqui se encerra qualquer especulação, pois não podemos pensar em escavar cada vez mais fundo na alma dela: a alegria de Madre Teresa, mesmo num grande sofrimento, que ela padeceu pela redenção de quem não tinha fé, continua a ser um mistério insondável, que está apenas nas mãos de Deus”.

          “Nossos pobres são pessoas realmente grandes. Eles nos dão muito mais do que nós damos a eles”, explicou Madre Teresa uma vez aos seus, reunidos em Los Angeles, em 1977. “E nós não devemos amá-los dando alguma coisa que temos em abundância, mas amá-los até nos fazer mal”. Depois, ilustrou muito bem o que entendia por “nos fazer mal”: a oferta de um sacrifício, mesmo que seja pequeno. Aqui também, padre Sebastian estava presente e repete o que ouviu de Madre Teresa: “Tempos atrás, em Calcutá, nós não tínhamos mais açúcar e, não sei como, todos ficaram sabendo que Madre Teresa não tinha mais açúcar para suas crianças! Um pequeno menino hindu, de apenas quatro anos, chegou para os pais e disse: ‘Eu não vou comer açúcar durante três dias, e vou dar o meu açúcar à Madre Teresa e às crianças dela’. Seus pais nunca tinham estado em nossa casa antes daquele dia. Eu não os conhecia. Levaram o menino e ele me deu o açúcar, dizendo: ‘Eu não comi açúcar durante três dias. Dê este açúcar às crianças de vocês’. Aquele menino nos amou de um amor grande, nos amou até lhe fazer mal”.

          “Quando sou caridosa”, dizia Santa Teresinha do Menino Jesus – cujo nome Agnes Gonxha quis assumir, quando recebeu os votos temporários em 1931, entre as Irmãs de Loreto –, “é só Jesus que age em mim”.

          Talvez tenhamos tomado de padre Sebastian mais do que o tempo devido. Mas isso para que ele lembrasse da madre. Ele agora precisa retomar sua atividade diária, que faz um superior-geral girar um pouco pelo mundo inteiro. Enquanto isso, nesta ex-periferia de Roma, onde ele mora, os donos da casa, ou seja, os pobres, voltam no fim da tarde, e para eles é celebrada a Eucaristia e preparado o jantar. E assim se dá de “beber” a Jesus crucificado.

 

 

Congregação das Missionárias da Caridade, MC – Madre Tereza de Calcutá

Casas Dependentes da Casa Geral, Calcutá, Índia

Av. Brasil, nº 4947 – Bonsucesso

Rio de Janeiro – RJ – CEP 21.040-360

Fone (21) 2270-0619

Superiora Regional: Ir. Mary Chantal Balland

 

Rua Francisco Arcuri, nº 149, Ed. Peri

São Paulo – SP – CEP 026509-010

Fone: (11) 2258.4404

 

Paróquia Nossa Senhora do Bom Socorro

Barrerinha – AM – CEP 69.160-000

 

QS nº 405 Conjunto I Iote 1/4

Brasília – DF – CEP 72.319-579       

 

          ONDE SE ENCONTRA OS MISSIONÁRIOS(AS) DA CARIDADE

          Os Missionários e Missionárias da Caridade estão por todo mundo. Vivendo o legado deixado por Madre Tereza de Calcutá: "evangelizar os pobres mais pobres". Essa missão é extensa, exige muito de cada um e cada uma que abraça esta causa, por isso eles se encontram por toda parte do mundo. Aqui no Brasil temos a presença das Irmãs Missionárias de vida ativa e dos leigos missionários. Os padres e os irmãos se encontram aqui na América, nos Estados Unidos, Colômbia e México.

Se você jovem, se interessar pela missão de Madre Teresa, entre em contato com os seguintes endereços:


Padres Missionários da Caridade:

Apartado Postal 96 Otay C.P. 22501

Tijuana, B.C.

Tel: 00 (52) (664) 624-6511 or 6796 Fax: 00 (52) (664) 623-0621

MÉXICO

c/o 2498 Roll Drive, PMB 815

San Diego, CA 92154 U.S.A.

ou pelo e-mail: vocationsmcf@yahoo.com


Irmãos Missionários da Caridade:

A.A. 3829, Bogotá

COLOMBIA
Tel: 57-1-233-9606


Irmãs Missionárias da Caridade e leigos missionários:

Avenida Brasil, 4947

Bom Sucesso

CEP 21.040-360 Rio de Janeiro – RJ

Tel.: (21) 2270-0619

 

"A oração faz nos ter um coração puro. E um coração puro é capaz de ver a Deus. Se descobrirmos Deus, seremos capazes de amar, de amar não com palavras, mas com obras".

Madre Tereza de Calcutá

 

Mensagens de Madre Teresa

 

Amem-se uns aos outros, como Jesus ama a cada um de vocês. Não tenho nada que acrescentar à mensagem que Jesus nos transmitiu. Para poder amar, é preciso ter um coração puro e é preciso rezar. O fruto da oração é o aprofundamento da fé. O fruto da fé é o amor. E o fruto do amor é o serviço ao próximo. Isso nos conduz à paz”.

 

"Juntos proclamamos com alegria a difusão da paz o amor à humanidade, e percebemos que os pobres são também nossos irmãos".

 

"Se houvesse pobres na lua, iríamos até lá. O que conta não é o que fazemos, mas o amor que colocamos no que fazemos!".

 

"Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança - um assassinato direto da criança inocente - assassinato pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros?..."

"O mundo que Deus nos deu é mais do que suficiente, segundo os cientistas e pesquisadores, para todos; existe riqueza mais que de sobra para todos. É só uma questão de reparti-la bem, sem egoísmo”.

 

A vida é uma oportunidade, aproveite-a...
A vida é beleza, admire-a...
A vida é felicidade, deguste-a...
A vida é um sonho, torne-o realidade...
A vida é um desafio, enfrente-o...
A vida é um dever, cumpra-o...
A vida é um jogo, jogue-o...
A vida é preciosa, cuide dela...
A vida é uma riqueza, conserve-a...
A vida é amor, goze-o...
A vida é um mistério, descubra-o...
A vida é promessa, cumpra-a...
A vida é tristeza, supere-a...
A vida é um hino, cante-o...
A vida é uma luta, aceite-a...
A vida é aventura, arrisque-a...
A vida é alegria, mereça-a...
A vida é vida, defenda-a...”

O dia mais belo? Hoje.

A coisa mais fácil? Errar.

O maior obstáculo? O medo.

O maior erro? O abandono.

A raiz de todos os males? O egoísmo.

A distração mais bela? O trabalho.

A pior derrota? O desânimo.

Os melhores professores? As crianças.

A primeira necessidade? Comunicar-se.

O que mais lhe faz feliz? Ser útil aos demais.

O maior mistério? A morte.

O pior defeito? O mau-humor.

A pessoa mais perigosa? A mentirosa.

O pior sentimento? O rancor.

O presente mais belo? O perdão.

O imprescindível? O lar.

A rota mais rápida? O caminho certo.

A sensação mais agradável? A paz interior.

A proteção efetiva? O sorriso.

O melhor remédio? O otimismo.

A maior satisfação? O dever cumprido.

A força mais potente do mundo? A fé.

As pessoas mais necessárias? Os pais. 

A mais bela de todas as coisas? O amor”.